Cobra que não anda não engole sapo O olho quando gula é fruto do pecado Quem vive pedindo sopa morre atropelado E a ave de rapina morre sem ninguém
Com o próprio bico arranca a pena e morre sem ninguém
Quem vive em harmonia não perde o compasso Respeito o dom da vida e o meu destino eu traço Com efeito à poesia de Beto sem Braço A pulso firme a sintonia dessa geração
Se Deus desse asa à cobra pena de mim não teria Eu mato um leão por dia e brigo com mais de cem Sou um gladiador de mim mesmo Não quero brigar com ninguém
É por isso que eu pergunto se Cobra tem ou não tem? Porque todo cuidado é pouco nessa terra de ninguém
Compositores: Felipe Campos Vieira (Pipa Vieira) (AMAR), Luciano Pereira Santos (Luciano Bom Cabelo) (SOCINPRO), Ronaldo Adao de Souza Camargo (Ronaldo Camargo) (UBC)ECAD verificado obra #22240707 em 17/Mai/2024