Como pode um rio que anda dentro da gente, parar? Mistérios que a gente explica quando sabe imaginar Nasci à beira de um rio fui guri em suas margens Levando barcos de sonhos por fantasiosas viagens
Fui pescador, fui balseiro, marinheiro e capitão Fui tudo e fui mais um pouco no meu reino de invenções
Contrabandeei de mentira em noites que imaginei Bolacha, azeite e farinha, cruzadas fora-de-lei
O rio real ficou longe e eu longe desde que vim Mas meu rio de infância e sonhos não morreu dentro de mim Como pode um rio que anda dentro da gente, parar? Pra quem teve um rio na infância nem carece de explicar
por nelson de campos
Compositores: Apparicio Silva Rillo (Silva Rillo) (ABRAMUS), Pedro Marques Ortaca (Pedro Ortaca) (SOCINPRO)Publicado em 2008 (24/Nov) e lançado em 2008 (20/Dez)ECAD verificado obra #49900 e fonograma #1466138 em 28/Out/2024