Eu sabia, tanto verso,eu sabia um saco cheio Mas bateu uma rataiada ,e deixou o saco pelo meio Destino que deus me deu,de ser louco atarantado Costela é manta do peito,e entreperna é meu assado.
Quando chega,nesse ponto,é que um indio corcoveia Aumentando a filharada,e a mulher ficando feia Credo cruz,nossa senhora,que é mãe de nosso senhor Te vira num capão gordo e,me ataca no corredor.
Credo cruz,ave maria,nunca vi uma coisa assim A peonada aglomerada,tudo por riba de mim. Virgem,nossa senhora,o mundo vai se acabar As "muié"não dão mais cria e os,"home"vão ter que dar. A galinha tira os pintos e o galo dá de mamar.
Destino, que deus me deu,de ser louco atarantado Costela é manta do peito,e entreperna é meu assado Credo cruz,nossa senhora,que é mãe de nosso senhor Te vira num capão gordo e me ataca no corredor.
Compositores: Jose Joao Sampaio da Silva (Joao Sampaio) (ABRAMUS), Pedro Marques Ortaca (Pedro Ortaca) (SOCINPRO)Publicado em 2007 (20/Ago) e lançado em 2007 (10/Set)ECAD verificado obra #3713 e fonograma #1265655 em 02/Abr/2024