Sabem o porque, de todo o dia, eu tá pilchado? Seco ou molhado, o tempo é indiferente; Dentro do peito, vem a honra do meu pago Que à lo largo, é o caminho da minha gente
Venho da cêpa mais crioula do Rio Grande Onde se expande, um motivo e uma doutrina; Berço da história, sempre em lombo de cavalo, Pra deixar claro, que aqui não se dobra esquina.
(Me orgulho em ser gaúcho, E o meu céu é mais azul Pois eu nasci, nos pagos do sul Pois eu vivi, nos pagos do sul Porque nasci e vou morrer no sul Porque vivi e vou morrer no sul)
Minhas madrugadas, têm o chiar da chaleira E é galponeira, minha arte e o meu legado Eu sou peão, das palavras do meu pai Meu evangelho no presente e no passado
E este guascasso, do minuano na minha cara É coisa rara, de um chão que Deus abençoou Se tem porteira, lá no céu, ela abre aqui Pois pedigree, para mim, nunca faltou.
Compositores: Edson Becker Dutra (Edson Dutra) (ABRAMUS), Joao Alberto Pretto (Pretto) (ABRAMUS)Publicado em 2004 (16/Set) e lançado em 2004 (30/Ago)ECAD verificado obra #1473298 e fonograma #1374752 em 28/Out/2024