Das roupas velhas, do pai, queria que a mae fizesse Uma mala de garupa, uma bombacha e me desse Queria boinas alpargatas e um cachorro companheiro Pra lhe ajudar a botar as vacas, no meu petisso sogueiro.
Ei de ter uma tabuada, E o meu livro queres ler, vou aprender A fazer contas e algum bilhete escrever, Pra que a filha do seu bento Saiba Que ela é meu bem querer, E se nao for por escrito, eu nao me animo a dizer E se nao for por escrito, eu nao me animo a dizer
Quero Gaita de oito baxo, Pra ver o ronco que sai, botas feitio do alegrete E espora do ibirocai, Lenço vermelho e guaiacas, compradas lá no uruguai E é pra que diga quando eu passe, Saiu igualzito ao pai, Pra que me digam quando eu passe, saiu igualzito ao pai.
E se deus nao achar muito, Tanta coisa que eu pedi, nao deixa que eu Me separe desse rancho onde nasci, nem me desperte tao cedo Do meu sonho de guri E de lambuja permita, que eu nunca saia daqui E de lambuja permita, que eu nunca saia daqui
Compositores: Joao Batista Machado (SOCINPRO), Julio Machado da Silva Neto (Julio Silva Neto) (SOCINPRO)Editor: Orbeat Music (ABRAMUS)Publicado em 1999 (01/Mai)ECAD verificado obra #1503970 e fonograma #38341 em 28/Out/2024