Puff Daddy, o Sean "Diddy" Combs, está mais perto de deixar a prisão do que se imaginava há poucas semanas. Segundo registros do sistema penitenciário federal dos Estados Unidos, a nova data de soltura do rapper na FCI Fort Dix passou para 21 de janeiro de 2028.
A informação foi divulgada primeiro pelo TMZ nesta terça-feira (29) e confirmada pela Page Six. É a mais recente de uma série de mudanças no calendário: no início de setembro, a saída estava marcada para 5 de fevereiro de 2028.
A dança de datas vem de longe. A previsão original apontava junho de 2028. Antes do ajuste atual, o prazo já havia sido encurtado de 23 de fevereiro para 24 de janeiro de 2028, chegou a ser recolocado para 20 de fevereiro e agora foi novamente adiantado.
Briga na prisão e confinamento solitário
O recuo no calendário chama atenção porque veio mesmo depois de um episódio conturbado. Em julho, o artista se envolveu em uma confusão com outro detento e acabou levado ao confinamento solitário.
De acordo com o TMZ, o cantor teria "resolvido a situação com as próprias mãos" após ser ofendido. Fontes disseram ao site que os dois presos se empurraram durante o desentendimento e que Combs "se defendeu bem" antes de a equipe da prisão separar a dupla. Ele foi colocado em confinamento solitário e depois liberado.
Procurado na ocasião, o Departamento Federal de Prisões não confirmou detalhes. "Por razões de privacidade, segurança e proteção, não divulgamos informações sobre as condições de detenção de nenhum interno, incluindo alocação de cela, nem discutimos se um determinado interno é alvo de acusações, investigações ou sanções", afirmou o órgão à Page Six.
A condenação de 2025
Combs foi condenado em julho de 2025 por dois crimes de transporte para fins de prostituição, mas absolvido de duas acusações de tráfico sexual mediante força, fraude ou coerção e de associação criminosa. Em seguida, foi sentenciado a 50 meses de prisão.
O músico foi transferido do Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, para a unidade de Fort Dix, em Nova Jersey. Dono de sucessos como "Bad Boy For Life", ele nega com veemência qualquer irregularidade, apesar dos processos em andamento.
O nome de Combs também está eternizado no clássico "Mo Money Mo Problems (feat. Puff Daddy, Mase)", ao lado de The Notorious B.I.G., um dos maiores marcos da era de ouro do selo que ajudou a construir.
Os problemas judiciais se somam a outras frentes que cercam o artista, como o julgamento sobre a morte de Tupac Shakur, no qual um ex-detetive afirmou que Diddy teria financiado o crime.
Rompimento com os advogados
No campo jurídico, os advogados de Combs abandonaram no início do mês a ação de difamação de 100 milhões de dólares que ele move contra a NewsNation e outros. Em documentos obtidos pela Page Six, o advogado Michael Tremonte, do escritório Sher Tremonte, alegou que o rapper acumula uma "parcela substancial de honorários, custos e despesas" em aberto.
Segundo os documentos, Combs estaria havia seis meses "em atraso substancial" e teria deixado de colaborar com a própria defesa, o que tornaria a representação "excessivamente difícil". A equipe citou a "falta de cooperação e comunicação" do cliente.
"O senhor Combs se recusou a se disponibilizar para comunicações oportunas, substantivas e diretas sobre seus casos por mais de quatro meses", diz o texto.
O artista rebateu em nota enviada à Page Six. "Tomei a decisão de trocar de advogados porque não vou deixar ninguém tirar vantagem de mim me cobrando a mais e acumulando contas que nunca foram aprovadas", afirmou. "Isto é estritamente uma questão de negócios, e qualquer conversa sobre honorários não pagos é apenas parte da nossa disputa sobre essas cobranças não aprovadas."
Tremonte reafirmou que o escritório está "se retirando da representação porque ele não pagou as faturas há muito vencidas e se tornou não cooperativo", classificando a acusação de cobrança excessiva como "simplesmente falsa".
A informação foi divulgada primeiro pelo TMZ nesta terça-feira (29) e confirmada pela Page Six. É a mais recente de uma série de mudanças no calendário: no início de setembro, a saída estava marcada para 5 de fevereiro de 2028.
A dança de datas vem de longe. A previsão original apontava junho de 2028. Antes do ajuste atual, o prazo já havia sido encurtado de 23 de fevereiro para 24 de janeiro de 2028, chegou a ser recolocado para 20 de fevereiro e agora foi novamente adiantado.
Briga na prisão e confinamento solitário
O recuo no calendário chama atenção porque veio mesmo depois de um episódio conturbado. Em julho, o artista se envolveu em uma confusão com outro detento e acabou levado ao confinamento solitário.
De acordo com o TMZ, o cantor teria "resolvido a situação com as próprias mãos" após ser ofendido. Fontes disseram ao site que os dois presos se empurraram durante o desentendimento e que Combs "se defendeu bem" antes de a equipe da prisão separar a dupla. Ele foi colocado em confinamento solitário e depois liberado.
Procurado na ocasião, o Departamento Federal de Prisões não confirmou detalhes. "Por razões de privacidade, segurança e proteção, não divulgamos informações sobre as condições de detenção de nenhum interno, incluindo alocação de cela, nem discutimos se um determinado interno é alvo de acusações, investigações ou sanções", afirmou o órgão à Page Six.
A condenação de 2025
Combs foi condenado em julho de 2025 por dois crimes de transporte para fins de prostituição, mas absolvido de duas acusações de tráfico sexual mediante força, fraude ou coerção e de associação criminosa. Em seguida, foi sentenciado a 50 meses de prisão.
O músico foi transferido do Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, para a unidade de Fort Dix, em Nova Jersey. Dono de sucessos como "Bad Boy For Life", ele nega com veemência qualquer irregularidade, apesar dos processos em andamento.
O nome de Combs também está eternizado no clássico "Mo Money Mo Problems (feat. Puff Daddy, Mase)", ao lado de The Notorious B.I.G., um dos maiores marcos da era de ouro do selo que ajudou a construir.
Os problemas judiciais se somam a outras frentes que cercam o artista, como o julgamento sobre a morte de Tupac Shakur, no qual um ex-detetive afirmou que Diddy teria financiado o crime.
Rompimento com os advogados
No campo jurídico, os advogados de Combs abandonaram no início do mês a ação de difamação de 100 milhões de dólares que ele move contra a NewsNation e outros. Em documentos obtidos pela Page Six, o advogado Michael Tremonte, do escritório Sher Tremonte, alegou que o rapper acumula uma "parcela substancial de honorários, custos e despesas" em aberto.
Segundo os documentos, Combs estaria havia seis meses "em atraso substancial" e teria deixado de colaborar com a própria defesa, o que tornaria a representação "excessivamente difícil". A equipe citou a "falta de cooperação e comunicação" do cliente.
"O senhor Combs se recusou a se disponibilizar para comunicações oportunas, substantivas e diretas sobre seus casos por mais de quatro meses", diz o texto.
O artista rebateu em nota enviada à Page Six. "Tomei a decisão de trocar de advogados porque não vou deixar ninguém tirar vantagem de mim me cobrando a mais e acumulando contas que nunca foram aprovadas", afirmou. "Isto é estritamente uma questão de negócios, e qualquer conversa sobre honorários não pagos é apenas parte da nossa disputa sobre essas cobranças não aprovadas."
Tremonte reafirmou que o escritório está "se retirando da representação porque ele não pagou as faturas há muito vencidas e se tornou não cooperativo", classificando a acusação de cobrança excessiva como "simplesmente falsa".








