Acostumado a compor sobre heróis mortos e presos que tenta libertar, Bono resolveu fazer algo diferente no novo disco do U2: uma canção em homenagem a Rosalía. O desafio, admitiu, foi juntar coragem para avisar a espanhola sem parecer um perseguidor.
Em entrevista de capa digital à revista Rolling Stone, o líder da banda irlandesa revelou que recorreu à atriz Penélope Cruz, amiga em comum, antes de falar com a cantora. "Liguei para a Penélope: O que eu vou fazer?", relembrou. A resposta foi direta: "Simplesmente ligue para ela".
"Eu fico tipo: pareço um stalker", contou Bono, de 66 anos, sobre a hesitação. Segundo ele, Rosalía, de 34, reagiu bem ao gesto. "Ela tem sido muito encorajadora e me fez rir bastante", afirmou.
A faixa se chama "The Mirror Maker (Rosalía)" e integra "Carnaval de Luz", décimo sexto álbum de estúdio do grupo, com lançamento marcado para 13 de novembro, uma sexta-feira. O projeto já havia rendido o single "Silencio", como mostramos no anúncio do disco.
Uma homenagem fora do roteiro
Bono explicou por que abriu uma exceção na temática usual do U2. "Normalmente só escrevemos músicas sobre pessoas na cadeia ou pessoas mortas. Sabe, heróis mortos, ou tentando tirá-los da prisão. Isso aqui é só celebrar alguém simplesmente por ser um artista extraordinário", disse.
Fã de "Lux", disco que Rosalía lançou em 2025, o cantor reconheceu a coincidência entre os títulos, ambos ligados à ideia de luz. "Ela chegou ao mesmo ponto pouco antes da gente, o que é irritante e também muito inspirador", afirmou.
A artista vive um momento de alta: lidera as indicações ao Grammy Latino 2026 ao lado de Karol G, impulsionada por faixas como "Berghain (Feat. Björk & Yves Tumor)".
O timing não passou batido para o vocalista. "É um pouco constrangedor que ela tenha ficado tão popular antes de a gente lançar a música", brincou. "Mas isso não importa para mim. Todo mundo também conhecia Martin Luther King".
Convite recusado e encontro adiado
Durante a produção, o colaborador Jacknife Lee contou que o grupo cogitou chamar Rosalía para cantar um trecho em que Bono imitava seu timbre de soprano. A ideia foi abandonada. "Por que alguém cantaria numa música sobre si mesma? Não faz sentido", disse Lee.
Apesar de toda a admiração, os dois ainda não se encontraram pessoalmente. "Meio que acho que não conseguiria conhecê-la agora. Estou só juntando coragem para mandar a mixagem final", confessou Bono.
Em entrevista de capa digital à revista Rolling Stone, o líder da banda irlandesa revelou que recorreu à atriz Penélope Cruz, amiga em comum, antes de falar com a cantora. "Liguei para a Penélope: O que eu vou fazer?", relembrou. A resposta foi direta: "Simplesmente ligue para ela".
"Eu fico tipo: pareço um stalker", contou Bono, de 66 anos, sobre a hesitação. Segundo ele, Rosalía, de 34, reagiu bem ao gesto. "Ela tem sido muito encorajadora e me fez rir bastante", afirmou.
A faixa se chama "The Mirror Maker (Rosalía)" e integra "Carnaval de Luz", décimo sexto álbum de estúdio do grupo, com lançamento marcado para 13 de novembro, uma sexta-feira. O projeto já havia rendido o single "Silencio", como mostramos no anúncio do disco.
Uma homenagem fora do roteiro
Bono explicou por que abriu uma exceção na temática usual do U2. "Normalmente só escrevemos músicas sobre pessoas na cadeia ou pessoas mortas. Sabe, heróis mortos, ou tentando tirá-los da prisão. Isso aqui é só celebrar alguém simplesmente por ser um artista extraordinário", disse.
Fã de "Lux", disco que Rosalía lançou em 2025, o cantor reconheceu a coincidência entre os títulos, ambos ligados à ideia de luz. "Ela chegou ao mesmo ponto pouco antes da gente, o que é irritante e também muito inspirador", afirmou.
A artista vive um momento de alta: lidera as indicações ao Grammy Latino 2026 ao lado de Karol G, impulsionada por faixas como "Berghain (Feat. Björk & Yves Tumor)".
O timing não passou batido para o vocalista. "É um pouco constrangedor que ela tenha ficado tão popular antes de a gente lançar a música", brincou. "Mas isso não importa para mim. Todo mundo também conhecia Martin Luther King".
Convite recusado e encontro adiado
Durante a produção, o colaborador Jacknife Lee contou que o grupo cogitou chamar Rosalía para cantar um trecho em que Bono imitava seu timbre de soprano. A ideia foi abandonada. "Por que alguém cantaria numa música sobre si mesma? Não faz sentido", disse Lee.
Apesar de toda a admiração, os dois ainda não se encontraram pessoalmente. "Meio que acho que não conseguiria conhecê-la agora. Estou só juntando coragem para mandar a mixagem final", confessou Bono.








