A disputa pela herança de Erasmo Carlos, avaliada em cerca de R$ 15 milhões, ganhou um novo e delicado capítulo: o desaparecimento de uma minuta de testamento que poderia ser decisiva para definir a divisão dos bens do cantor.
(Foto: Divulgação / Acervo do próprio artista)
Segundo o colunista Valmir Moratelli, da "Veja Gente", o rascunho foi elaborado ainda em vida, antes da morte do artista em novembro de 2022, mas nunca chegou a ser registrado em cartório. O papel ficava guardado no escritório do Tremendão e poderia funcionar como peça central no processo.
Agora, tanto a viúva, Fernanda Passos, quanto os filhos do cantor, Leonardo e Gui Esteves, afirmam desconhecer o paradeiro do documento. Sem o registro oficial e sem a minuta em mãos, a partilha fica ainda mais nebulosa.
Um patrimônio construído em seis décadas de carreira
O espólio reúne imóveis, investimentos e os valiosos direitos autorais acumulados em mais de sessenta anos de estrada, um dos ativos mais cobiçados na negociação entre a viúva e os herdeiros. É justamente sobre a real vontade do cantor em relação a esses bens que paira a incerteza.
O impasse, porém, não é novidade. Os filhos do artista já acionaram a Justiça ao suspeitar de uma transferência de R$ 300 mil no dia da morte do pai, e a casa dele chegou a ser arrombada por ordem judicial em meio a alegações de sumiço de itens valiosos.
Roberto Carlos no meio do impasse
Roberto Carlos, amigo de longa data, teria tentado ajudar financeiramente Fernanda Passos em duas ocasiões, de acordo com a coluna Gente, da Veja. As propostas foram recusadas pela viúva, ainda que os dois sigam em contato.
O Rei foi testemunha no processo de reconhecimento da união estável do casal. Sua postura favorável a Fernanda teria provocado um afastamento entre ele e Leonardo Esteves, filho mais velho de Erasmo, que também atuava na negociação das apresentações do pai.
Erasmo Carlos morreu em 22 de novembro de 2022, aos 81 anos, em decorrência de uma sepse. Quase quatro anos depois, o destino de seu patrimônio segue sem desfecho, agora com mais um mistério pelo caminho.
(Foto: Divulgação / Acervo do próprio artista)
Segundo o colunista Valmir Moratelli, da "Veja Gente", o rascunho foi elaborado ainda em vida, antes da morte do artista em novembro de 2022, mas nunca chegou a ser registrado em cartório. O papel ficava guardado no escritório do Tremendão e poderia funcionar como peça central no processo.
Agora, tanto a viúva, Fernanda Passos, quanto os filhos do cantor, Leonardo e Gui Esteves, afirmam desconhecer o paradeiro do documento. Sem o registro oficial e sem a minuta em mãos, a partilha fica ainda mais nebulosa.
Um patrimônio construído em seis décadas de carreira
O espólio reúne imóveis, investimentos e os valiosos direitos autorais acumulados em mais de sessenta anos de estrada, um dos ativos mais cobiçados na negociação entre a viúva e os herdeiros. É justamente sobre a real vontade do cantor em relação a esses bens que paira a incerteza.
O impasse, porém, não é novidade. Os filhos do artista já acionaram a Justiça ao suspeitar de uma transferência de R$ 300 mil no dia da morte do pai, e a casa dele chegou a ser arrombada por ordem judicial em meio a alegações de sumiço de itens valiosos.
Roberto Carlos no meio do impasse
Roberto Carlos, amigo de longa data, teria tentado ajudar financeiramente Fernanda Passos em duas ocasiões, de acordo com a coluna Gente, da Veja. As propostas foram recusadas pela viúva, ainda que os dois sigam em contato.
O Rei foi testemunha no processo de reconhecimento da união estável do casal. Sua postura favorável a Fernanda teria provocado um afastamento entre ele e Leonardo Esteves, filho mais velho de Erasmo, que também atuava na negociação das apresentações do pai.
Erasmo Carlos morreu em 22 de novembro de 2022, aos 81 anos, em decorrência de uma sepse. Quase quatro anos depois, o destino de seu patrimônio segue sem desfecho, agora com mais um mistério pelo caminho.








