Antes de morrer, Dolly Parton deixou à família uma orientação sobre como queria ser despedida. A lenda do country, morta nesta terça-feira (25) aos 80 anos, pediu uma cerimônia reservada, restrita aos parentes mais próximos, e convidou os admiradores a prestar homenagens de outra maneira.
(Foto: Reprodução Instagram)
O recado foi publicado no perfil oficial da cantora nas redes sociais. "Uma pequena cerimônia privada será realizada para a família imediata. Fãs e amigos de Dolly de todo o mundo são encorajados a homenageá-la nas redes sociais, marcando-a", informaram os familiares. A morte se soma à de outros nomes que o Vagalume acompanhou nos últimos dias, como mostramos ao reunir a reação de celebridades e autoridades dos EUA.
O anúncio feito pelo sobrinho
Quem comunicou a partida foi Bryan Seaver, sobrinho da artista e chefe de sua segurança por mais de duas décadas. Em um vídeo divulgado após a morte, ele contou que a própria tia havia lhe pedido, anos antes, que assumisse a tarefa.
"Este anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu para fazer anos atrás, antes que eu compreendesse completamente isso como uma realidade futura", declarou. Seaver disse que imaginava o peso do momento, mas nunca o havia sentido de verdade até ali.
O sobrinho também revelou um desejo íntimo da cantora sobre seu descanso. "Dolly me ligou e disse que queria descansar em uma linda cama de algodão macio porque, depois de uma vida usando strass pesados, finalmente merecia ficar confortável e descansar um pouco", contou, antes de se despedir: "Descanse em paz, tia Dolly".
A saúde nos últimos meses
Segundo o TMZ, Dolly havia sido internada na sexta-feira (21) no Vanderbilt University Medical Center, em Nashville, por problemas autoimunes e renais. Dias antes, ela falou à revista "People" sobre as questões que enfrentava e admitiu ter deixado os próprios cuidados em segundo plano enquanto acompanhava o marido, Carl Dean, morto em março de 2025.
Mesmo debilitada, manteve o bom humor que a marcou por décadas. "Eu costumava brincar que era a Rainha dos Tabloides, mas agora acho que posso dizer que sou a Rainha da IA nas Redes Sociais! Falando sério, porém, mesmo ainda me recuperando, continuo trabalhando!", disse à publicação.
Um legado de sete décadas
Com uma carreira que começou ainda na infância, cantando em rádios e programas locais nos anos 1950, Dolly se tornou uma das vozes mais influentes da música country. Entre seus clássicos estão "Jolene" e "I Will Always Love You", esta última eternizada também na voz de outros artistas.
Hino de trabalhadoras mundo afora, "9 To 5" completa o time de faixas que a transformaram em ícone pop além do country.
A última publicação da cantora, em 15 de agosto, celebrava os 43 anos de "Islands In The Stream", parceria com Kenny Rogers, morto em 2020. Nos comentários, fãs lamentaram a perda e relembraram a dupla.
Em nota, a equipe da artista resumiu sua trajetória. "Uma vida de strass que brilhou forte o suficiente para o mundo inteiro ver. Dolly será para sempre uma inspiração não apenas por sua música atemporal e sua prolífica composição, mas também por sua inteligência, seu carinho e sua bondade, que fizeram todos nós nos sentirmos parte da família", diz o texto. Mais detalhes sobre a trajetória você confere na matéria em que contamos como a voz de "Jolene" partiu aos 80 anos.
(Foto: Reprodução Instagram)
O recado foi publicado no perfil oficial da cantora nas redes sociais. "Uma pequena cerimônia privada será realizada para a família imediata. Fãs e amigos de Dolly de todo o mundo são encorajados a homenageá-la nas redes sociais, marcando-a", informaram os familiares. A morte se soma à de outros nomes que o Vagalume acompanhou nos últimos dias, como mostramos ao reunir a reação de celebridades e autoridades dos EUA.
O anúncio feito pelo sobrinho
Quem comunicou a partida foi Bryan Seaver, sobrinho da artista e chefe de sua segurança por mais de duas décadas. Em um vídeo divulgado após a morte, ele contou que a própria tia havia lhe pedido, anos antes, que assumisse a tarefa.
"Este anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu para fazer anos atrás, antes que eu compreendesse completamente isso como uma realidade futura", declarou. Seaver disse que imaginava o peso do momento, mas nunca o havia sentido de verdade até ali.
O sobrinho também revelou um desejo íntimo da cantora sobre seu descanso. "Dolly me ligou e disse que queria descansar em uma linda cama de algodão macio porque, depois de uma vida usando strass pesados, finalmente merecia ficar confortável e descansar um pouco", contou, antes de se despedir: "Descanse em paz, tia Dolly".
A saúde nos últimos meses
Segundo o TMZ, Dolly havia sido internada na sexta-feira (21) no Vanderbilt University Medical Center, em Nashville, por problemas autoimunes e renais. Dias antes, ela falou à revista "People" sobre as questões que enfrentava e admitiu ter deixado os próprios cuidados em segundo plano enquanto acompanhava o marido, Carl Dean, morto em março de 2025.
Mesmo debilitada, manteve o bom humor que a marcou por décadas. "Eu costumava brincar que era a Rainha dos Tabloides, mas agora acho que posso dizer que sou a Rainha da IA nas Redes Sociais! Falando sério, porém, mesmo ainda me recuperando, continuo trabalhando!", disse à publicação.
Um legado de sete décadas
Com uma carreira que começou ainda na infância, cantando em rádios e programas locais nos anos 1950, Dolly se tornou uma das vozes mais influentes da música country. Entre seus clássicos estão "Jolene" e "I Will Always Love You", esta última eternizada também na voz de outros artistas.
Hino de trabalhadoras mundo afora, "9 To 5" completa o time de faixas que a transformaram em ícone pop além do country.
A última publicação da cantora, em 15 de agosto, celebrava os 43 anos de "Islands In The Stream", parceria com Kenny Rogers, morto em 2020. Nos comentários, fãs lamentaram a perda e relembraram a dupla.
Em nota, a equipe da artista resumiu sua trajetória. "Uma vida de strass que brilhou forte o suficiente para o mundo inteiro ver. Dolly será para sempre uma inspiração não apenas por sua música atemporal e sua prolífica composição, mas também por sua inteligência, seu carinho e sua bondade, que fizeram todos nós nos sentirmos parte da família", diz o texto. Mais detalhes sobre a trajetória você confere na matéria em que contamos como a voz de "Jolene" partiu aos 80 anos.








