Treze anos após a morte de Chorão, o delegado Luiz Augusto Romani, um dos primeiros policiais a chegar ao apartamento do cantor em 2013, voltou a falar sobre o caso e descreveu a cena que encontrou. O relato foi dado durante participação no podcast Snider Cast, no YouTube.
(Foto: Reprodução)
Romani contou como foi avisado, ainda de madrugada, sobre a morte do líder do Charlie Brown Jr.
"Um dia, estou no plantão, por volta das 4h da manhã, entrou um cara mais alto, outro mais forte, e eles falaram: 'O Chorão morreu'. Eu levantei e falei: 'O Chorão do Charlie Brown? Tá louco?'", relembrou o delegado.
Segundo ele, o apartamento do artista ficava a poucos metros da delegacia.
"O apartamento dele era próximo, não dava um quilômetro da delegacia. Montei na viatura e fui pra lá. Achei ele caído na cozinha, aí foi aquele choque né? Cresci ouvindo o Chorão… Estava uma bagunça no apartamento. Chamei o Samu, que constatou realmente uma overdose. Dava pra ver até pelo cenário, você sabe que a cena fala", disse.
O detalhe que impressionou o delegado
Romani afirmou que o cantor apresentava ferimentos provocados por ele mesmo, durante um surto momentos antes de morrer. De acordo com o relato, Chorão teria batido na parede e se ferido gravemente.
"Quando deu 6h e pouco, me liga o [delegado] seccional para saber os detalhes (…) Ele [Chorão] estava machucado, porque ele machucou o dedo. Ele puxou o ar condicionado e machucou o dedo. Ele estava com o dedão do pé pendurado, ele deu uma bica [sic] na parede. Ele mesmo se machucou, ele teve um surto, fez um buraco na parede", detalhou.
Chorão foi encontrado de bruços na cozinha do apartamento por seguranças do prédio. À época, testemunhas relataram que o músico enfrentava um quadro de depressão e fazia uso de drogas após o fim de um relacionamento.
O legado de Chorão
Ídolo de diferentes gerações, Chorão deixou um catálogo que segue entre os mais ouvidos do rock nacional. Faixas como "Só Os Loucos Sabem", "Zóio de Lula" e "Céu Azul" mantêm viva a identidade da banda.
(Foto: Reprodução)
Romani contou como foi avisado, ainda de madrugada, sobre a morte do líder do Charlie Brown Jr.
"Um dia, estou no plantão, por volta das 4h da manhã, entrou um cara mais alto, outro mais forte, e eles falaram: 'O Chorão morreu'. Eu levantei e falei: 'O Chorão do Charlie Brown? Tá louco?'", relembrou o delegado.
Segundo ele, o apartamento do artista ficava a poucos metros da delegacia.
"O apartamento dele era próximo, não dava um quilômetro da delegacia. Montei na viatura e fui pra lá. Achei ele caído na cozinha, aí foi aquele choque né? Cresci ouvindo o Chorão… Estava uma bagunça no apartamento. Chamei o Samu, que constatou realmente uma overdose. Dava pra ver até pelo cenário, você sabe que a cena fala", disse.
O detalhe que impressionou o delegado
Romani afirmou que o cantor apresentava ferimentos provocados por ele mesmo, durante um surto momentos antes de morrer. De acordo com o relato, Chorão teria batido na parede e se ferido gravemente.
"Quando deu 6h e pouco, me liga o [delegado] seccional para saber os detalhes (…) Ele [Chorão] estava machucado, porque ele machucou o dedo. Ele puxou o ar condicionado e machucou o dedo. Ele estava com o dedão do pé pendurado, ele deu uma bica [sic] na parede. Ele mesmo se machucou, ele teve um surto, fez um buraco na parede", detalhou.
Chorão foi encontrado de bruços na cozinha do apartamento por seguranças do prédio. À época, testemunhas relataram que o músico enfrentava um quadro de depressão e fazia uso de drogas após o fim de um relacionamento.
O legado de Chorão
Ídolo de diferentes gerações, Chorão deixou um catálogo que segue entre os mais ouvidos do rock nacional. Faixas como "Só Os Loucos Sabem", "Zóio de Lula" e "Céu Azul" mantêm viva a identidade da banda.








