Aos 83 anos, Carly Simon quebrou anos de silêncio, nesta segunda-feira (27), ao revelar, em carta enviada à revista People, que convive com a doença de Parkinson. A cantora contou que se afastou propositalmente dos holofotes enquanto aprendia a lidar com o diagnóstico.
No mesmo comunicado, a artista americana anunciou "Comes in Waves", seu primeiro álbum de canções inéditas desde 2008, com lançamento marcado para 14 de agosto. Segundo ela, o disco explora "a maneira como o amor, o luto, a memória, a traição, a criatividade e a cura chegam a seu próprio tempo".
Primeiros sinais do Parkinson
Os primeiros sinais foram uma artrite nos dois joelhos e em um quadril, que a levaram a três cirurgias de substituição articular.
Com o agravamento das dificuldades de mobilidade, uma avaliação na Mayo Clinic apontou o Parkinson, distúrbio neurológico que causa tremores, rigidez e lentidão nos movimentos.
No mesmo período, Simon passou por cirurgia para remover um carcinoma basocelular no rosto, um tipo de câncer de pele. "A cirurgia afetou minha aparência e me deixou mais insegura em relação a ser vista em público", escreveu a cantora.
Na carta, ela descreveu a apatia como o aspecto mais duro da doença. "Não se trata simplesmente de tristeza ou preguiça. É como se a parte do cérebro que envia convites para participar da vida tivesse temporariamente perdido a lista de convidados", relatou.
Uma das vozes mais respeitadas dos EUA
Integrante do Rock and Roll Hall of Fame desde 2022, Carly Simon despontou em 1971 e conquistou o Grammy de Artista Revelação.
Um de seus maiores clássicos, "You're So Vain", ganhou nova ironia na carta: "Sempre fui mais crítica com a minha aparência do que qualquer pessoa poderia imaginar", brincou.
A cantora também assina "Nobody Does It Better", tema do filme de James Bond "O Espião Que Me Amava" (1977), e o oscarizado "Let The River Run", da trilha de "Working Girl".
Apesar de tudo, Simon garante que a música voltou a dar forma aos seus dias. "A doença pode mudar a sua vida sem se tornar a sua vida por inteiro", afirmou. "Ainda escrevo, canto, imagino, rio, me lembro. Mas ainda estou muito aqui."
No mesmo comunicado, a artista americana anunciou "Comes in Waves", seu primeiro álbum de canções inéditas desde 2008, com lançamento marcado para 14 de agosto. Segundo ela, o disco explora "a maneira como o amor, o luto, a memória, a traição, a criatividade e a cura chegam a seu próprio tempo".
Primeiros sinais do Parkinson
Os primeiros sinais foram uma artrite nos dois joelhos e em um quadril, que a levaram a três cirurgias de substituição articular.
Com o agravamento das dificuldades de mobilidade, uma avaliação na Mayo Clinic apontou o Parkinson, distúrbio neurológico que causa tremores, rigidez e lentidão nos movimentos.
No mesmo período, Simon passou por cirurgia para remover um carcinoma basocelular no rosto, um tipo de câncer de pele. "A cirurgia afetou minha aparência e me deixou mais insegura em relação a ser vista em público", escreveu a cantora.
Na carta, ela descreveu a apatia como o aspecto mais duro da doença. "Não se trata simplesmente de tristeza ou preguiça. É como se a parte do cérebro que envia convites para participar da vida tivesse temporariamente perdido a lista de convidados", relatou.
Uma das vozes mais respeitadas dos EUA
Integrante do Rock and Roll Hall of Fame desde 2022, Carly Simon despontou em 1971 e conquistou o Grammy de Artista Revelação.
Um de seus maiores clássicos, "You're So Vain", ganhou nova ironia na carta: "Sempre fui mais crítica com a minha aparência do que qualquer pessoa poderia imaginar", brincou.
A cantora também assina "Nobody Does It Better", tema do filme de James Bond "O Espião Que Me Amava" (1977), e o oscarizado "Let The River Run", da trilha de "Working Girl".
Apesar de tudo, Simon garante que a música voltou a dar forma aos seus dias. "A doença pode mudar a sua vida sem se tornar a sua vida por inteiro", afirmou. "Ainda escrevo, canto, imagino, rio, me lembro. Mas ainda estou muito aqui."








