O terceiro dia da audiência preliminar que decide se D4vd irá a júri pela morte da adolescente Celeste Rivas teve cenas de forte comoção. Enquanto a mãe da jovem se dobrava em prantos no tribunal, o cantor acompanhou os depoimentos sem esboçar qualquer reação.
O momento mais tenso veio com o depoimento de Samantha Tosch, perita da Unidade de DNA do laboratório criminal da Polícia de Los Angeles (LAPD). Ao detalhar possíveis amostras de sangue, a mãe de Celeste chegou a receber um lenço enquanto chorava.
Segundo a perita, o material genético extraído de manchas vermelhas encontradas no Tesla e na garagem do artista tinha altíssima probabilidade de corresponder ao perfil de Celeste. As amostras retiradas do porta-malas do carro, disse ela, apontavam para a jovem.
Sobre a mancha no tapete de borracha da garagem, a perita afirmou que a amostra continha um perfil parcial compatível com o DNA de Celeste. Já em um saco de lixo preto, o DNA da adolescente foi excluído, mas o exame apontou quatro possíveis contribuintes, entre eles o próprio D4vd e outros dois homens.
Nos lenços desinfetantes achados dentro do saco de lixo, o DNA era compatível com o de Celeste, com chance de correspondência 3 trilhões de vezes maior, enquanto o material do cantor foi excluído desse item.
A audiência preliminar começou em 21 de julho e deve durar de três a sete dias, quando o juiz decidirá se há indícios suficientes para levar o caso a julgamento. Nos primeiros dias, a promotoria já havia apresentado provas descritas como perturbadoras, como o relato de um detetive sobre o corpo encontrado no carro.
A acusação sustenta que D4vd matou a jovem de 14 anos em abril de 2025 para impedir que ela expusesse a relação entre os dois. Em audiências anteriores, a promotoria chegou a afirmar que um contrato milionário do artista teria motivado o homicídio.
Os pais de Celeste deixaram o tribunal antes do início do depoimento do médico legista. O cantor responde por homicídio em primeiro grau, abuso sexual infantil e mutilação de restos mortais, com circunstâncias especiais que podem levá-lo à prisão perpétua sem liberdade condicional.
O momento mais tenso veio com o depoimento de Samantha Tosch, perita da Unidade de DNA do laboratório criminal da Polícia de Los Angeles (LAPD). Ao detalhar possíveis amostras de sangue, a mãe de Celeste chegou a receber um lenço enquanto chorava.
Segundo a perita, o material genético extraído de manchas vermelhas encontradas no Tesla e na garagem do artista tinha altíssima probabilidade de corresponder ao perfil de Celeste. As amostras retiradas do porta-malas do carro, disse ela, apontavam para a jovem.
Sobre a mancha no tapete de borracha da garagem, a perita afirmou que a amostra continha um perfil parcial compatível com o DNA de Celeste. Já em um saco de lixo preto, o DNA da adolescente foi excluído, mas o exame apontou quatro possíveis contribuintes, entre eles o próprio D4vd e outros dois homens.
Nos lenços desinfetantes achados dentro do saco de lixo, o DNA era compatível com o de Celeste, com chance de correspondência 3 trilhões de vezes maior, enquanto o material do cantor foi excluído desse item.
A audiência preliminar começou em 21 de julho e deve durar de três a sete dias, quando o juiz decidirá se há indícios suficientes para levar o caso a julgamento. Nos primeiros dias, a promotoria já havia apresentado provas descritas como perturbadoras, como o relato de um detetive sobre o corpo encontrado no carro.
A acusação sustenta que D4vd matou a jovem de 14 anos em abril de 2025 para impedir que ela expusesse a relação entre os dois. Em audiências anteriores, a promotoria chegou a afirmar que um contrato milionário do artista teria motivado o homicídio.
Os pais de Celeste deixaram o tribunal antes do início do depoimento do médico legista. O cantor responde por homicídio em primeiro grau, abuso sexual infantil e mutilação de restos mortais, com circunstâncias especiais que podem levá-lo à prisão perpétua sem liberdade condicional.








