O samba brasileiro perdeu uma de suas vozes nesta terça-feira (21). Débora Cruz, sobrinha de Arlindo Cruz (1958-2025) e filha do compositor Acyr Marques (1953-2019), morreu aos 45 anos no Rio de Janeiro, após cerca de duas semanas internada em decorrência de um AVC.
(Foto: Reproduçâo Instagram / Debora Cruz)
A morte foi confirmada pelo primo, o cantor Arlindinho, em publicação nas redes sociais. "Hoje a nossa família se despede da sua voz mais linda", escreveu ele na despedida que emocionou fãs e colegas de profissão.
No início de julho, a equipe da cantora havia suspendido a agenda de shows para que ela se dedicasse ao tratamento. Dias depois, a família revelou que o quadro era delicado por causa do AVC, o que mobilizou uma corrente de orações entre admiradores e artistas.
Débora começou a cantar ainda na infância, em uma igreja evangélica, e construiu carreira ligada a uma das famílias mais tradicionais do samba. Além do trabalho solo, atuava como backing vocal em gravações de nomes como Xande de Pilares, Reinaldo e o próprio tio.
Nas escolas de samba, passou pela Arranco de Cascadura e pela Mocidade Independente de Padre Miguel. Desde o Carnaval de 2024, integrava a ala musical da Unidos do Viradouro, que lamentou a morte e ressaltou sua importância para a história da agremiação.
Conhecida nas rodas cariocas, Débora costumava revisitar as composições do pai. Entre elas está "Coisa de Pele", parceria de Acyr Marques com Jorge Aragão.
Outras obras de Acyr eternizadas por grandes intérpretes são "Insensato Destino", na voz de Almir Guineto, e "Casal Sem Vergonha", gravada por Zeca Pagodinho.
Nas redes sociais, artistas do samba lamentaram a partida. "Meu Deus, que tristeza", escreveu Teresa Cristina. "Eu tô desolada. Inacreditável, meu Deus", desabafou a prima Flora Cruz.
A causa da morte não foi divulgada. Fica o legado de uma artista que ajudou a manter viva a memória do samba de raiz e a obra de dois nomes fundamentais do gênero, seu pai, Acyr Marques, e seu tio, Arlindo Cruz.
(Foto: Reproduçâo Instagram / Debora Cruz)
A morte foi confirmada pelo primo, o cantor Arlindinho, em publicação nas redes sociais. "Hoje a nossa família se despede da sua voz mais linda", escreveu ele na despedida que emocionou fãs e colegas de profissão.
No início de julho, a equipe da cantora havia suspendido a agenda de shows para que ela se dedicasse ao tratamento. Dias depois, a família revelou que o quadro era delicado por causa do AVC, o que mobilizou uma corrente de orações entre admiradores e artistas.
Débora começou a cantar ainda na infância, em uma igreja evangélica, e construiu carreira ligada a uma das famílias mais tradicionais do samba. Além do trabalho solo, atuava como backing vocal em gravações de nomes como Xande de Pilares, Reinaldo e o próprio tio.
Nas escolas de samba, passou pela Arranco de Cascadura e pela Mocidade Independente de Padre Miguel. Desde o Carnaval de 2024, integrava a ala musical da Unidos do Viradouro, que lamentou a morte e ressaltou sua importância para a história da agremiação.
Conhecida nas rodas cariocas, Débora costumava revisitar as composições do pai. Entre elas está "Coisa de Pele", parceria de Acyr Marques com Jorge Aragão.
Outras obras de Acyr eternizadas por grandes intérpretes são "Insensato Destino", na voz de Almir Guineto, e "Casal Sem Vergonha", gravada por Zeca Pagodinho.
Nas redes sociais, artistas do samba lamentaram a partida. "Meu Deus, que tristeza", escreveu Teresa Cristina. "Eu tô desolada. Inacreditável, meu Deus", desabafou a prima Flora Cruz.
A causa da morte não foi divulgada. Fica o legado de uma artista que ajudou a manter viva a memória do samba de raiz e a obra de dois nomes fundamentais do gênero, seu pai, Acyr Marques, e seu tio, Arlindo Cruz.








