Olivia Rodrigo não está disposta a continuar ouvindo opiniões sobre o que veste no palco. Em uma prévia de sua participação no Popcast, podcast do The New York Times que vai ao ar nesta quinta-feira (28), a cantora de 23 anos respondeu às críticas que vem recebendo pelos vestidos no estilo babydoll que tem usado em apresentações recentes, no clipe do single "drop dead" e na capa do seu próximo álbum.
(Foto: Reprodução Instagram / Olivia Rodrigo)
"Isso tem me deixado muito chateada", disse ela ao co-apresentador Joe Coscarelli. "Não por mim. As pessoas podem dizer o que quiserem. O que é realmente perturbador é que eu já usei roupas reveladoras no palco", emendou, citando um figurino feito de sutiã brilhante e shortinho.
"Isso é meu direito. Me senti legal e confortável. E aquilo não foi inapropriado, mas eu totalmente coberta em um vestido que as pessoas consideraram infantil foi inapropriado?"
A artista então direcionou a crítica para a forma como a cultura trata o corpo feminino. "Eu acho que isso mostra como a gente realmente normaliza pedofilia na nossa cultura", disparou. "E também é essa retórica com que somos alimentadas como meninas desde muito pequenas: 'não use isso porque um homem vai sexualizar seu corpo e a culpa vai ser sua'. É muito esquisito."
A polêmica gira em torno do visual que ela vem adotando para promover o terceiro disco de estúdio, "You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love", com lançamento marcado para o dia12 de junho. O primeiro single, "drop dead", traz Olivia justamente em um babydoll azul.
Ainda na entrevista, Olivia rejeitou a leitura sexualizada do figurino e disse que seu repertório visual bebe das madrinhas do grunge: Kathleen Hanna, da Bikini Kill, e Courtney Love, do Hole.
"Eu não me sinto sexy nesse look. Eu acho que é só legal e me faz sentir como se estivesse emulando minhas heroínas." Ela finalizou com um recado para as fãs mais jovens: "Eu sou muito protetora com mulheres jovens, com meninas, e nunca quero que elas sejam alimentadas com essa retórica."
(Foto: Reprodução Instagram / Olivia Rodrigo)
"Isso tem me deixado muito chateada", disse ela ao co-apresentador Joe Coscarelli. "Não por mim. As pessoas podem dizer o que quiserem. O que é realmente perturbador é que eu já usei roupas reveladoras no palco", emendou, citando um figurino feito de sutiã brilhante e shortinho.
"Isso é meu direito. Me senti legal e confortável. E aquilo não foi inapropriado, mas eu totalmente coberta em um vestido que as pessoas consideraram infantil foi inapropriado?"
A artista então direcionou a crítica para a forma como a cultura trata o corpo feminino. "Eu acho que isso mostra como a gente realmente normaliza pedofilia na nossa cultura", disparou. "E também é essa retórica com que somos alimentadas como meninas desde muito pequenas: 'não use isso porque um homem vai sexualizar seu corpo e a culpa vai ser sua'. É muito esquisito."
A polêmica gira em torno do visual que ela vem adotando para promover o terceiro disco de estúdio, "You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love", com lançamento marcado para o dia12 de junho. O primeiro single, "drop dead", traz Olivia justamente em um babydoll azul.
Ainda na entrevista, Olivia rejeitou a leitura sexualizada do figurino e disse que seu repertório visual bebe das madrinhas do grunge: Kathleen Hanna, da Bikini Kill, e Courtney Love, do Hole.
"Eu não me sinto sexy nesse look. Eu acho que é só legal e me faz sentir como se estivesse emulando minhas heroínas." Ela finalizou com um recado para as fãs mais jovens: "Eu sou muito protetora com mulheres jovens, com meninas, e nunca quero que elas sejam alimentadas com essa retórica."








