Vinte anos depois, um dos julgamentos mais acompanhados da história ganha uma nova perspectiva. A Netflix estreia, no dia 3 de junho de 2026, a série documental "Michael Jackson: O Veridito", que revisita o processo criminal que colocou o Rei do Pop no banco dos réus em 2005.
(Foto: Christina Barany/Getty)

Em 2003, Michael Jackson foi acusado de abuso sexual de um menor, o adolescente Gavin Arvizo, à época com 13 anos, no rancho Neverland, na Califórnia. O julgamento teve início em 2005 e se estendeu por meses, com transmissões ao vivo nas principais emissoras do mundo. No dia 13 de junho daquele ano, Jackson foi absolvido em todas as 10 acusações.

Como câmeras foram proibidas dentro da sala de audiências, grande parte do que aconteceu nos bastidores permaneceu desconhecida do grande público por décadas. A nova série, composta por três episódios de 50 minutos cada, se propõe a mudar isso. Descrita pelos realizadores como "um exame forense do julgamento como um todo", a produção traz entrevistas exclusivas com membros do júri original, testemunhas, acusadores e defensores que estiveram presentes no tribunal.

A série é dirigida por Nick Green e produzida pela Candle True Stories. Os produtores executivos são Fiona Stourton, James Goldston e David Herman, este último atuando também como showrunner.

O lançamento ocorre num momento de renovado interesse global na vida e obra de Michael Jackson. O filme biográfico "Michael", dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson (sobrinho do cantor), estreou nos cinemas em abril de 2026 e já ultrapassou a marca de US$ 700 milhões em bilheteria mundial.

Com sucessos eternos como "Thriller", "Billie Jean" e "Beat It", o legado musical do artista continua vivo e agora os capítulos mais polêmicos de sua vida ganham novo escrutínio nas telas.

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