De 2009 a 2015, Glee reinventou o conceito de série musical ao transformar o corredor de uma escola do Ohio em palco para alguns dos maiores clássicos do pop.
O coral do McKinley High School não apenas cantava sucessos do passado e do presente — reinterpretava cada canção com arranjos muitas vezes surpreendentes e performances que emocionaram milhões ao redor do mundo.
Nesta terça-feira (19), Glee completou 17 anos de seu lançamento na TV e para celebrar a data preparamos este especial, que reúne dez faixas que definem o legado sonoro da série.
Confira a seguir:
1. "Don't Stop Believin'" (Journey)
Impossível começar por outra. Exibida nos minutos finais do episódio piloto, a cover do clássico do Journey foi o primeiro grande momento musical de Glee — e ninguém sabia ainda o que estava para acontecer.
A performance de Lea Michele (Rachel) e Cory Monteith (Finn) no coral estabeleceu o tom emocional de toda a série.
A gravação se tornou a canção de série de televisão mais baixada da história até aquele momento, chegando ao topo das paradas americanas em 2009.
2. "Teenage Dream" (Katy Perry)
A versão acústica interpretada por Darren Criss (Blaine Anderson) com os Dalton Academy Warblers é um dos casos mais eloquentes do poder de reinterpretação de Glee.
Ao desacelerar o ritmo e retirar a produção eletrônica do original de Katy Perry, a série revelou uma fragilidade emocional inesperada. A performance viralizou antes mesmo do episódio ir ao ar e foi amplamente citada pela crítica como o ponto alto da segunda temporada.
3. "Defying Gravity" (Wicked)
A disputa entre Rachel Berry (Lea Michele) e Kurt Hummel (Chris Colfer) pela solo deste clássico do musical Wicked é um dos momentos mais celebrados da primeira temporada.
O número aborda temas de identidade, aceitação e coragem — valores centrais na narrativa de Glee — sem soar didático.
A voz de Chris Colfer atingiu notas que surpreenderam produtores e audiência, tornando este um dos highlights vocais mais discutidos de toda a série.
4. "Total Eclipse Of The Heart" (Bonnie Tyler)
Poucos números de Glee equilibram comédia e drama com tanta habilidade quanto este cover do clássico de Bonnie Tyler.
Exibida na segunda temporada, a performance reúne o elenco em uma das coreografias mais elaboradas da série, enquanto a letra assume novos significados no contexto das relações entre os personagens.
É um exemplo perfeito de como Glee usava o repertório pop para contar histórias sem uma única linha de diálogo.
5. "I Will Always Love You" (Dolly Parton / Whitney Houston)
Amber Riley, a atriz que interpreta Mercedes Jones, sempre foi considerada uma das melhores vozes do elenco pela crítica — e esta performance é o argumento mais sólido a favor dessa tese.
A cover da canção que Whitney Houston tornou imortal exige uma potência vocal raramente vista em séries de televisão, e Riley entregou cada nota com precisão e emoção.
O desempenho foi amplamente elogiado por publicações especializadas como o Hollywood Reporter e o AV Club.
6. "Fix You" (Coldplay)
O cover do hino do Coldplay aparece em "Asian F", episódio emocionalmente denso da terceira temporada, e funciona como síntese do que Glee fazia melhor: transformar uma canção conhecida em experiência coletiva.
O arranjo começa de forma contida — quase a cappella — e cresce gradativamente até o clímax coral. A crítica frequentemente cita este número como um dos mais bem executados de toda a série.
7. "Somebody That I Used To Know" (Gotye)
Quando Gotye lançou o original em 2011, a música já era um fenômeno global. A versão de Glee conseguiu o feito improvável de rivalizar em popularidade ao explorar a tensão entre dois personagens (Blaine e Cooper).
A dinâmica entre os vocalistas, aliada a um arranjo que preservou a melancolia minimalista da faixa, tornou esta cover um dos momentos virais mais comentados da série.
8. "Rose's Turn" (Gypsy)
Um dos momentos mais corajosos de Glee é também um dos menos esperados: Chris Colfer, como Kurt Hummel, sozinho no palco, interpretando o monólogo musical de Mama Rose do musical Gypsy.
A performance explora raiva, solidão e necessidade de reconhecimento de uma forma que o formato da série raramente permitia. Colfer recebeu elogios de críticos de teatro e televisão, sendo lembrado como um dos melhores solos de toda a história do programa.
9. "Born This Way" (Lady Gaga)
O episódio que leva o mesmo nome desta faixa de Lady Gaga é considerado um dos mais importantes de Glee em termos de mensagem e impacto cultural.
A performance final — com todo o elenco usando camisetas com palavras que descreviam algo que cada personagem relutava em aceitar em si mesmo — virou símbolo de autoafirmação.
Foi um dos raros momentos em que a série uniu entretenimento pop e representatividade de forma genuína.
10. "Bohemian Rhapsody" (Queen)
O finale da primeira temporada terminou com um dos números mais ambiciosos da série: a cobertura integral de "Bohemian Rhapsody", do Queen, pelo grupo rival Vocal Adrenaline.
A escolha de usar a épica progressão da música em paralelo ao clímax dramático do episódio — o nascimento do filho de Quinn — foi unanimemente aclamada pela crítica como um dos melhores momentos da televisão americana naquele ano.
Uma despedida de temporada à altura da grandiosidade que Glee havia prometido desde o piloto.
O coral do McKinley High School não apenas cantava sucessos do passado e do presente — reinterpretava cada canção com arranjos muitas vezes surpreendentes e performances que emocionaram milhões ao redor do mundo.
Nesta terça-feira (19), Glee completou 17 anos de seu lançamento na TV e para celebrar a data preparamos este especial, que reúne dez faixas que definem o legado sonoro da série.
Confira a seguir:
1. "Don't Stop Believin'" (Journey)
Impossível começar por outra. Exibida nos minutos finais do episódio piloto, a cover do clássico do Journey foi o primeiro grande momento musical de Glee — e ninguém sabia ainda o que estava para acontecer.
A performance de Lea Michele (Rachel) e Cory Monteith (Finn) no coral estabeleceu o tom emocional de toda a série.
A gravação se tornou a canção de série de televisão mais baixada da história até aquele momento, chegando ao topo das paradas americanas em 2009.
2. "Teenage Dream" (Katy Perry)
A versão acústica interpretada por Darren Criss (Blaine Anderson) com os Dalton Academy Warblers é um dos casos mais eloquentes do poder de reinterpretação de Glee.
Ao desacelerar o ritmo e retirar a produção eletrônica do original de Katy Perry, a série revelou uma fragilidade emocional inesperada. A performance viralizou antes mesmo do episódio ir ao ar e foi amplamente citada pela crítica como o ponto alto da segunda temporada.
3. "Defying Gravity" (Wicked)
A disputa entre Rachel Berry (Lea Michele) e Kurt Hummel (Chris Colfer) pela solo deste clássico do musical Wicked é um dos momentos mais celebrados da primeira temporada.
O número aborda temas de identidade, aceitação e coragem — valores centrais na narrativa de Glee — sem soar didático.
A voz de Chris Colfer atingiu notas que surpreenderam produtores e audiência, tornando este um dos highlights vocais mais discutidos de toda a série.
4. "Total Eclipse Of The Heart" (Bonnie Tyler)
Poucos números de Glee equilibram comédia e drama com tanta habilidade quanto este cover do clássico de Bonnie Tyler.
Exibida na segunda temporada, a performance reúne o elenco em uma das coreografias mais elaboradas da série, enquanto a letra assume novos significados no contexto das relações entre os personagens.
É um exemplo perfeito de como Glee usava o repertório pop para contar histórias sem uma única linha de diálogo.
5. "I Will Always Love You" (Dolly Parton / Whitney Houston)
Amber Riley, a atriz que interpreta Mercedes Jones, sempre foi considerada uma das melhores vozes do elenco pela crítica — e esta performance é o argumento mais sólido a favor dessa tese.
A cover da canção que Whitney Houston tornou imortal exige uma potência vocal raramente vista em séries de televisão, e Riley entregou cada nota com precisão e emoção.
O desempenho foi amplamente elogiado por publicações especializadas como o Hollywood Reporter e o AV Club.
6. "Fix You" (Coldplay)
O cover do hino do Coldplay aparece em "Asian F", episódio emocionalmente denso da terceira temporada, e funciona como síntese do que Glee fazia melhor: transformar uma canção conhecida em experiência coletiva.
O arranjo começa de forma contida — quase a cappella — e cresce gradativamente até o clímax coral. A crítica frequentemente cita este número como um dos mais bem executados de toda a série.
7. "Somebody That I Used To Know" (Gotye)
Quando Gotye lançou o original em 2011, a música já era um fenômeno global. A versão de Glee conseguiu o feito improvável de rivalizar em popularidade ao explorar a tensão entre dois personagens (Blaine e Cooper).
A dinâmica entre os vocalistas, aliada a um arranjo que preservou a melancolia minimalista da faixa, tornou esta cover um dos momentos virais mais comentados da série.
8. "Rose's Turn" (Gypsy)
Um dos momentos mais corajosos de Glee é também um dos menos esperados: Chris Colfer, como Kurt Hummel, sozinho no palco, interpretando o monólogo musical de Mama Rose do musical Gypsy.
A performance explora raiva, solidão e necessidade de reconhecimento de uma forma que o formato da série raramente permitia. Colfer recebeu elogios de críticos de teatro e televisão, sendo lembrado como um dos melhores solos de toda a história do programa.
9. "Born This Way" (Lady Gaga)
O episódio que leva o mesmo nome desta faixa de Lady Gaga é considerado um dos mais importantes de Glee em termos de mensagem e impacto cultural.
A performance final — com todo o elenco usando camisetas com palavras que descreviam algo que cada personagem relutava em aceitar em si mesmo — virou símbolo de autoafirmação.
Foi um dos raros momentos em que a série uniu entretenimento pop e representatividade de forma genuína.
10. "Bohemian Rhapsody" (Queen)
O finale da primeira temporada terminou com um dos números mais ambiciosos da série: a cobertura integral de "Bohemian Rhapsody", do Queen, pelo grupo rival Vocal Adrenaline.
A escolha de usar a épica progressão da música em paralelo ao clímax dramático do episódio — o nascimento do filho de Quinn — foi unanimemente aclamada pela crítica como um dos melhores momentos da televisão americana naquele ano.
Uma despedida de temporada à altura da grandiosidade que Glee havia prometido desde o piloto.








