Um funcionário do restaurante Grado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, afirmou ao programa Fantástico que Ed Motta e seus amigos fizeram comentários xenofóbicos durante a briga que veio a público nesta semana.
Segundo o garçom, que preferiu não se identificar, o cantor e o grupo usaram o termo "paraíba" de forma pejorativa ao se referir aos funcionários do estabelecimento, em uma fala que, segundo ele, soou como ameaça.
"Vou embora antes que eu faça alguma coisa com esse paraíba, nunca mais eu volto aqui", teria dito o artista.
O caso, que veio à tona com imagens de câmeras de segurança e depoimentos de clientes, ocorreu na madrugada do dia 2 de maio.
De acordo com o relato do funcionário, a discussão teve início quando Ed Motta se levantou da mesa para reclamar da taxa de rolha — uma cobrança comum em restaurantes para clientes que trazem suas próprias garrafas de vinho.
Após a saída do cantor, seus amigos continuaram envolvidos na confusão com outra mesa, chegando a arremessar uma garrafa de vinho em direção a um cliente. Mesmo após as agressões, o grupo teria feito novo pedido aos garçons, como se nada tivesse acontecido.
O comunicado oficial dos proprietários do Grado é ainda mais grave: além dos xingamentos de cunho xenofóbico — com referências à origem nordestina dos funcionários —, o texto descreve agressões físicas, intimidação e insinuações sobre a orientação sexual da equipe.
Segundo os donos, uma cadeira foi arremessada contra um garçom, e um cliente que estava sentado levou um soco. Outro cliente, ao tentar sair do local, teria recebido uma garrafa magnum de vinho jogada intencionalmente contra sua cabeça, causando sangramento.
Os envolvidos deixaram o restaurante antes da chegada da polícia; um deles, segundo a nota, chegou a insinuar que estava armado.
Ed Motta deu sua versão em entrevista ao O Globo. O cantor admitiu que estava bêbado e afirmou que se irritou com a postura de um funcionário durante a confusão.
Segundo ele, a cadeira foi jogada no chão, sem atingir ninguém, e as câmeras de segurança do local poderiam provar isso. O artista também alegou que seus amigos foram as verdadeiras vítimas da noite, tendo recebido ofensas homofóbicas e xenofóbicas da mesa ao lado.
A Globo tentou contato com um dos amigos do cantor, que não quis se pronunciar. O uso do termo "paraíba" para designar nordestinos de forma genérica é considerado xenofobia e preconceito regional, associando pessoas da região a estereótipos negativos.
Segundo o garçom, que preferiu não se identificar, o cantor e o grupo usaram o termo "paraíba" de forma pejorativa ao se referir aos funcionários do estabelecimento, em uma fala que, segundo ele, soou como ameaça.
"Vou embora antes que eu faça alguma coisa com esse paraíba, nunca mais eu volto aqui", teria dito o artista.
O caso, que veio à tona com imagens de câmeras de segurança e depoimentos de clientes, ocorreu na madrugada do dia 2 de maio.
De acordo com o relato do funcionário, a discussão teve início quando Ed Motta se levantou da mesa para reclamar da taxa de rolha — uma cobrança comum em restaurantes para clientes que trazem suas próprias garrafas de vinho.
Após a saída do cantor, seus amigos continuaram envolvidos na confusão com outra mesa, chegando a arremessar uma garrafa de vinho em direção a um cliente. Mesmo após as agressões, o grupo teria feito novo pedido aos garçons, como se nada tivesse acontecido.
O comunicado oficial dos proprietários do Grado é ainda mais grave: além dos xingamentos de cunho xenofóbico — com referências à origem nordestina dos funcionários —, o texto descreve agressões físicas, intimidação e insinuações sobre a orientação sexual da equipe.
Segundo os donos, uma cadeira foi arremessada contra um garçom, e um cliente que estava sentado levou um soco. Outro cliente, ao tentar sair do local, teria recebido uma garrafa magnum de vinho jogada intencionalmente contra sua cabeça, causando sangramento.
Os envolvidos deixaram o restaurante antes da chegada da polícia; um deles, segundo a nota, chegou a insinuar que estava armado.
Ed Motta deu sua versão em entrevista ao O Globo. O cantor admitiu que estava bêbado e afirmou que se irritou com a postura de um funcionário durante a confusão.
Segundo ele, a cadeira foi jogada no chão, sem atingir ninguém, e as câmeras de segurança do local poderiam provar isso. O artista também alegou que seus amigos foram as verdadeiras vítimas da noite, tendo recebido ofensas homofóbicas e xenofóbicas da mesa ao lado.
A Globo tentou contato com um dos amigos do cantor, que não quis se pronunciar. O uso do termo "paraíba" para designar nordestinos de forma genérica é considerado xenofobia e preconceito regional, associando pessoas da região a estereótipos negativos.








