d4vd se declarou inocente na segunda-feira (20) durante audiência inicial de acusação em Los Angeles, sete meses após o corpo decomposto de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, ser encontrado no porta-malas de seu carro.
(Foto: Jordan Strauss/Invision/AP/Invision)
O cantor de 21 anos — cujo nome real é David Anthony Burke — foi indiciado por homicídio em primeiro grau com circunstâncias especiais, abuso sexual contínuo de menor de 14 anos e mutilação de restos humanos. A acusação de homicídio prevê pena de morte ou prisão perpétua.
D4vd apareceu ao tribunal com um moletom preto e calça cinza clara, sem falar. Foram seus advogados quem registraram a declaração de inocência em seu nome.
Em nota divulgada na noite de segunda-feira (20), a advogada Blair Berk — que já representou Harvey Weinstein, Kanye West e Britney Spears — declarou: "As evidências reais neste caso mostrarão que David Burke não assassinou Celeste Rivas Hernandez e não foi a causa de sua morte. Vamos defender vigorosamente a inocência de David." A defesa também solicitou uma audiência preliminar na data mais breve possível.
Por parte da acusação, o promotor do Condado de Los Angeles, Nathan Hochman, afirmou que Burke manteve uma relação sexual com Celeste a partir de setembro de 2023 e a teria matado em abril de 2025, quando ela ameaçou expor o relacionamento.
"Ele a matou quando ela ameaçou revelar sua conduta criminosa e devastar sua carreira musical", disse Hochman. Celeste foi vista pela última vez viva em 23 de abril de 2025, na casa de d4vd nas Hollywood Hills.
As circunstâncias especiais da acusação incluem: aguardar emboscada, assassinato por ganho financeiro e eliminação de testemunha. Após o crime, segundo os promotores, Burke desmembrou o corpo da adolescente e colocou os restos em duas sacolas no porta-malas dianteiro de seu Tesla. O carro foi rebocado para um pátio da polícia, e um funcionário alertou as autoridades ao notar um forte odor vindo do veículo.
D4vd foi preso em 16 de abril de 2026 e permanece detido sem direito a fiança.
A família de Celeste — mãe, pai e irmã — esteve presente na audiência sem demonstrar reação visível. Pelo advogado da família, Patrick Steinfeld, foi emitida uma nota pedindo privacidade: "A família Rivas Hernandez está comprometida em garantir que a voz de Celeste seja ouvida e que sua memória seja honrada ao longo deste processo."
(Foto: Jordan Strauss/Invision/AP/Invision)
O cantor de 21 anos — cujo nome real é David Anthony Burke — foi indiciado por homicídio em primeiro grau com circunstâncias especiais, abuso sexual contínuo de menor de 14 anos e mutilação de restos humanos. A acusação de homicídio prevê pena de morte ou prisão perpétua.
D4vd apareceu ao tribunal com um moletom preto e calça cinza clara, sem falar. Foram seus advogados quem registraram a declaração de inocência em seu nome.
Em nota divulgada na noite de segunda-feira (20), a advogada Blair Berk — que já representou Harvey Weinstein, Kanye West e Britney Spears — declarou: "As evidências reais neste caso mostrarão que David Burke não assassinou Celeste Rivas Hernandez e não foi a causa de sua morte. Vamos defender vigorosamente a inocência de David." A defesa também solicitou uma audiência preliminar na data mais breve possível.
Por parte da acusação, o promotor do Condado de Los Angeles, Nathan Hochman, afirmou que Burke manteve uma relação sexual com Celeste a partir de setembro de 2023 e a teria matado em abril de 2025, quando ela ameaçou expor o relacionamento.
"Ele a matou quando ela ameaçou revelar sua conduta criminosa e devastar sua carreira musical", disse Hochman. Celeste foi vista pela última vez viva em 23 de abril de 2025, na casa de d4vd nas Hollywood Hills.
As circunstâncias especiais da acusação incluem: aguardar emboscada, assassinato por ganho financeiro e eliminação de testemunha. Após o crime, segundo os promotores, Burke desmembrou o corpo da adolescente e colocou os restos em duas sacolas no porta-malas dianteiro de seu Tesla. O carro foi rebocado para um pátio da polícia, e um funcionário alertou as autoridades ao notar um forte odor vindo do veículo.
D4vd foi preso em 16 de abril de 2026 e permanece detido sem direito a fiança.
A família de Celeste — mãe, pai e irmã — esteve presente na audiência sem demonstrar reação visível. Pelo advogado da família, Patrick Steinfeld, foi emitida uma nota pedindo privacidade: "A família Rivas Hernandez está comprometida em garantir que a voz de Celeste seja ouvida e que sua memória seja honrada ao longo deste processo."








