Jangadeiro
(Quanto tempo do teu tio, né?)
(Quanto tempo eu o conheci, hein)
(rio abaixo eu levo a jangada)
(Sim, sim, sim, sim, entramos em Jangadeiro, né?)
(Rio abaixo, pelo Alto Paraná)
(Jangadeiro, jangadeiro)
(Claro, tem que sair na primeira, hein?)
Rio abaixo, eu vou levando a jangada
Rio abaixo, pelo Alto Paraná
É o peso da sombra derrubada
Que, buscando o horizonte, descerá
Rio abaixo, rio abaixo, rio abaixo
Na flor da água, sangro esta canção
No sonho da vida e do trabalho
Vira camalote meu coração
Jangadeiro, jangadeiro
Meu destino sobre o rio é derivar
Desde o fundo do obraje madeireiro
Com o anseio da água que se vai
Desde o fundo do obraje madeireiro
Com o anseio da água que se vai
Pai rio, tuas escamas de ouro vivo
São a febre que me leva mais além
Vou atrás do teu horizonte fugitivo
E o sangue, com a água, se vai de mim
Banda, banda, Sol e Lua, céu e água
Miragem que não acaba de passar
Pele de barro, fabulosa serpente
Me devora a paixão de navegar
Jangadeiro, jangadeiro
Jangadeiro, jangadeiro
Meu destino sobre o rio é derivar (jangadeiro)
Desde o fundo do obraje madeireiro
Com o anseio da água que se vai
Desde o fundo do obraje madeireiro
Com o anseio da água
Que se vai
(Conseguimos na primeira, hein)
(Saiu na primeira, hein, hahaha)
(Que lindo) (muito obrigado)
(Que lindo, não, não, lindo, lindo)
(Que lindo)
Eu te vejo, te sonho e sinto saudade
Jangadero
(Tanto tiempo de tu-tu tío, ¿no?)
(Cuánto tiempo lo conocí yo, eh)
(río abajo voy llevando la jangada)
(Sí, sí, sí, sí, entramo' en Jangadero, ¿no?)
(Río abajo, por el Alto Paraná)
(Jangadero, jangadero)
(Claro, tiene que salir en la primera, ¿eh?)
Río abajo, voy llevando la jangada
Río abajo, por el Alto Paraná
Es el peso de la sombra derrumbada
Que, buscando el horizonte, bajará
Río abajo, río abajo, río abajo
A flor de agua, voy sangrando esta canción
En el sueño de la vida y el trabajo
Se me vuelve camalote el corazón
Jangadero, jangadero
Mi destino sobre el río es derivar
Desde el fondo del obraje maderero
Con el anhelo del agua que se va
Desde el fondo del obraje maderero
Con el anhelo del agua que se va
Padre río, tus escamas de oro vivo
Son la fiebre que me lleva más allá
Voy detrás de tu horizonte fugitivo
Y la sangre, con el agua, se me va
Banda, banda, Sol y Luna, cielo y agua
Espejismo que no acaba de pasar
Piel de barro, fabulosa lampalagua
Me devora la pasión de navegar
Jangadero, jangadero
Jangadero, jangadero
Mi destino sobre el río es derivar (jangadero)
Desde el fondo del obraje maderero
Con el anhelo del agua que se va
Desde el fondo del obraje maderero
Con el anhelo del agua
Que se va
(La sacamos en una, eh)
(Salió en una, eh, jajajaja)
(Qué hermoso) (muchas gracias)
(Qué hermoso, no, no, hermoso, hermoso)
(Qué hermoso)
Te veo, te sueño y te extraño
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