Refrão Ultimamente ando matando até cachorro a grito (É matar uma manada de leão por dia, nesse Brasil de terceiro mundo) e a plateia aplaudindo e pedindo bis
Sabe porque mano? É simples! Eu vivo "num" cotidiano capitalista, correria frenética em busca das pepitas Contando segundo convertendo em lucros se o prejuízo for eminente nem nutro A ideia, aplausos da plateia pro cidadão que sobrevive hoje a essa odisseia, acorda na madrugada, condução, humilhação Marmita congelada a ironia do patrão Venceu o aluguel, dinheiro da pensão, a luz, a água, atrasou a prestação São contas, quantas tantas que deixam tontas, comunidade periféricas de ponta a ponta Vendi o almoço, comprei a janta, o guerreiro de fé, nunca se cansa O Brasil mudou? (Hã?) Tá mais bonito, eu continuo matando cachorro a grito
Ultimamente ando matando até cachorro a grito (tá osso tio) E a plateia aplaudindo e pedindo bis 2X (Bate uma palma ai)
Mas mesmo assim Eles querem o meu voto, eles querem o seu voto Eles contam cada dólar, de voto em voto E no dia primeiro de Janeiro na posse, Eles esquecem de vocês e se preocupa com eles próprios Esta muito bagunçado nego roubando na caruda, dinheiro na cueca, no triângulo das bermudas Estão prendendo meu FGTS la na Caixa, Desse jeito minha divida não abaixa O governo mequetrefe, é mó blaf, o rico só sobe E a plab só desce Isso que eles querem, nós não pode deixar E daqui pra frente vê se aprende a votar Também sou filho de Deus, só quero o que é meu, Pegar de volta o que a gente perdeu Ninguém quer, matar cachorro a grito, Quer jogar na mega sena acertar e ficar rico
Tô certo ou tô errado? (Certíssimo) O que todo mundo quer (eu sei) é dim dim, é dim dim
Ultimamente ando matando até cachorro a grito (tá osso tio) E a plateia aplaudindo e pedindo bis 2X (Bate uma palma ai)
É guerreiro, todo dia é correr atrás do prejuízo Trazer o leite para as crianças