Kany García

Dejarte ir (tradução)

Kany García


Deixar você ir


O relógio marca seis e eu ainda espero aqui

Pra que volte o que eu fui com você


Busco onde estava aquilo que me fez te amar tanto

Só procuro aquele lugar por dentro

Que era só seu e de mais ninguém

Hoje onde está?


Não encontro nas lembranças

E tento nelas voltar a te amar

Não encontro nas lembranças que hoje são pequenas

Não me bastam mais e fazem o inevitável, o imaginável

Deixar você ir


E eu me agarro hoje à sua pele, desespero ao não te achar aqui

Não poder mais me ver nos seus olhos


Busco onde estava aquilo que me fez te amar tanto

Só procuro aquele lugar por dentro

Que era só seu e de mais ninguém

Hoje onde está?


Não encontro nas lembranças

E tento nelas voltar a te amar

Não encontro nas lembranças que hoje são pequenas

Não me bastam mais e fazem o inevitável, o imaginável

Deixar você ir


Não me diga nada, você sabe bem o que será amanhã

Quando você acordar e eu não estiver

Do outro lado do seu travesseiro


Não encontro nas lembranças

Tento nelas voltar a te amar

E não encontro nas lembranças que hoje são pequenas

Não me bastam mais e fazem o inevitável, o imaginável

Deixar você ir


Deixar você ir

Dejarte ir


El reloj marca las seis y yo sigo esperando aquí

Porque vuelva lo que fui contigo


Busco dónde estaba aquello que me hizo quererte tanto

Sólo busco ese lugar adentro

que sólo era tuyo y de nadie más

¿Hoy dónde está?


No encuentro en los recuerdos

e intento en ellos volver a amarte

No encuentro en los recuerdos que hoy son pequeños

Ya no me dan y hacen lo inevitable, lo imaginable

Dejarte ir


Y me aferro hoy a tu piel, desespero al no encontrarte aquí

No poder mirarme ya en tus ojos


Busco dónde estaba aquello que me hizo quererte tanto

Sólo busco ese lugar adentro

que sólo era tuyo y de nadie más

¿Hoy dónde está?


No encuentro en los recuerdos

e intento en ellos volver a amarte

No encuentro en los recuerdos que hoy son pequeños

Ya no me dan y hacen lo inevitable, lo imaginable

Dejarte ir


No me digas nada, conoces bien qué pasará mañana

Cuando te despiertes y no esté

a la otra orilla de tu almohada


No encuentro en los recuerdos

intento en ellos volver a amarte

Y no encuentro en los recuerdos que hoy son pequeños

Ya no me dan y hacen lo inevitable, lo imaginable

Dejarte ir


Dejarte ir

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