Um botão que não se abriu Já bastou pra me enterrar Mas a rosa que surgiu Está presa em meu olhar
No silêncio que sobrou Na poeira desse lar No vermelho que restou E na imensidão do mar
Um botão que não se abriu Já secou um outro mar Todo um mundo destruiu Fez a luz se apagar
E eu espero em meu porão Até a rosa me iludir E um estranho dar-me a mão E o espinho se partir
Mesmo que essa rosa espere Sem possível salvador O espinho sempre fere Mas eu não sinto mais dor
Compositor: Guilherme Porto Eddino (Guilherme Eddino) (ABRAMUS)Publicado em 2015 (22/Mar) e lançado em 2015 (10/Abr)ECAD verificado obra #12511782 e fonograma #10950639 em 23/Abr/2024