Este não é o fim Do tempo que é dito ou que é feito A beira do preludio Do que tende a esvanecer
Desprovido do valor Onde reside toda a violência A vasta desordem Que faz suas, palavras não ditas
Eu te libertaria Da orla no vazio distante Eu te levaria
Sem saber com o que você me preencherá Me preencherá com sua escoria Me contará outra qualquer história... maldita Vamos contemplar o berço de toda violência
Se eu pudesse dizer O que a no olhar, na forma, no molde Sob palavras não ditas Sob devaneios, perante sua morte