O que eu sinto hoje, por vocĂȘ nĂŁo sei Mas ta morrendo como as flores que te dei Quanto tempo nosso orgulho resistiu Mas foi a minha adolescĂȘncia que partiu Se eu mesmo posso construir minha rotina Eu vou fingir que vocĂȘ nunca existiu
Meu corpo implora a tua presença Enquanto meu ego celebra Sua eterna ausĂȘncia
Seu rosto me lembra meu pouco poder Aquilo que nunca tive E ainda tento esquecer